FAQ
Perguntas Frequentes
Meu filho espirra muito. Pode ser alergia?
Sim, pode. Espirros frequentes, principalmente ao acordar, sem febre e acompanhados de coriza clara e coceira no nariz ou nos olhos, são sinais comuns de rinite alérgica.
Esses sintomas podem ser desencadeados por poeira, ácaros, mofo, pelos de animais ou mudanças de temperatura. O ideal é investigar com um especialista para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento.
Alergia tem cura?
Algumas alergias podem ser controladas e até superadas com o tempo, especialmente as alimentares em crianças pequenas.
No entanto, outras — como rinite, asma ou dermatite atópica — geralmente não têm cura definitiva, mas podem ser muito bem controladas com medidas ambientais, medicamentos e, em alguns casos, com imunoterapia (vacinas antialérgicas).
É possível prevenir alergias?
Não existe uma fórmula mágica, mas algumas medidas podem reduzir o risco:
• Amamentação exclusiva nos primeiros meses
• Introdução alimentar no tempo certo e com variedade
• Exposição moderada a ambientes naturais
• Evitar uso indiscriminado de antibióticos e antialérgicos
• Redução de alérgenos no ambiente, como ácaros e mofo
Além disso, o acompanhamento com um alergista desde cedo pode ajudar na prevenção e na identificação precoce de sensibilidades.
Quando a introdução alimentar deve começar?
A recomendação atual da Sociedade Brasileira de Pediatria é iniciar a introdução alimentar aos 6 meses de vida, quando o bebê já está pronto do ponto de vista motor e imunológico.
Alimentos potencialmente alergênicos (como ovo e amendoim) devem ser introduzidos dentro dessa janela de oportunidade, preferencialmente até os 12 meses, pois estudos mostram que isso pode reduzir o risco de desenvolver alergias alimentares.
Como saber se meu filho tem alergia alimentar?
Os sintomas podem aparecer logo após o consumo (reações imediatas) ou horas/dias depois (reações tardias), e incluem:
• Urticária (manchas vermelhas com coceira)
• Inchaço nos lábios ou pálpebras
• Diarreia persistente
• Vômitos frequentes
• Refluxo que não melhora
• Dificuldades respiratórias
Se houver suspeita, não retire o alimento por conta própria. Procure um alergista para investigar com segurança, usando exames específicos e, se necessário, testes de provocação controlados.